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Começou a dança das cadeiras para as presidenciais de Cabo Verde

  • Eugénio Teixeira

Começou a dança das cadeiras para as presidenciais de Cabo Verde

Começou a dança das cadeiras para as presidenciais de Cabo Verde

Eleições presidenciais marcadas para Agosto. Partidos têm que escolher quem apoiar

No PAICV há três aspirantes à presidência da República. No MPD Há dois. Quem pensou que as legislativas foram a batalha política do ano em Cabo Verde, enganou-se.

Ultrapassadas as legislativas, as lutas agora são internas, com as atenções dos dois principais partidos centradas no dossier das presidenciais agendadas, em princípio, para Agosto próximo.

Apesar das eleições presidenciais serem concorridas por cidadãos, o apoio dos partidos é visto sempre como a principal alavanca para desfecho eleitoral, neste caso, para a vitória.

Nas hostes do Partido no poder o PAICV existem três personalidades que manifestaram disponibilidade para a corrida ao palácio do plateau. Falamos de Aristides Lima presidente da Assembleia Nacional cessante, Manuel Inocêncio ministro de Estado e das Infra-estruturas e Davida Hopher Almada deputado.

Do lado da família MPD, o principal partido da oposição, Jorge Carlos Fonseca já assumiu claramente que é candidato presidencial, enquanto o antigo presidente da Assembleia Nacional Amílcar Spencer Lopes manifestou a intenção de entrar na corrida, desde que seja apoiado pelo Movimento para a Democracia.

O Partido Africano da Independência de Cabo Verde parece ter a batata mais quente, já que vai ter de escolher uma das três figuras do partido. Um processo que segundo o secretario geral do PAICV, Armindo Maurício, será gerido com a maior tranquilidade. A próxima reunião da Comissão Politica definirá as regras para a escolha do candidato, cuja decisão será tomada no Conselho Nacional de 10 de Março.

O Movimento para a Democracia - MPD no qual algumas figuras do partido já apareceram ao lado de Jorge Carlos Fonseca em acções de pré campanha, também reservou a reunião da Direcção Nacional, para a tomada de decisão do candidato a apoiar.

Apesar de algumas especulações sobre a possibilidade de Carlos Veiga entrar na corrida presidencial, o mesmo voltou a dizer não que será candidato, tendo afirmado que irá assumir o seu lugar no parlamento como deputado.

As eleições presidenciais deverão ser realizadas em princípio no mês de Agosto, para então se escolher o próximo chefe de estado que irá suceder a Pedro Pires, no final do segundo e ultimo mandado.

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