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Daviz Simango pede revisão da Constituição e descentralização do poder


Daviz Simango

Presidente do MDM defende fim das amarras políticas

O presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) Daviz Simango considera que o actual figurino da Comissão Nacional de Eleições (CNE) não responde às exigências eleitorais do país.

Simango defende a revisão da Constituição da República e a descentralização de poderes no aparelho do Estado como forma de garantir a realização de eleições justas e transparentes.

Para o presidente do MDM, a CNE, a administração financeira e os tribunais devem estar livres das amarras políticas.

"O que nós queremos é que haja uma redução em torno da figura do Chefe de Estado, queremos garantir a interdependência das instituições moçambicanas, queremos que os governadores provinciais sejam eleitos de uma forma directa, queremos que as assembleias provinciais tenham a capacidade para legislar e aprovar os seus planos de actividades e orçamentos, e fiscalizar os governos provinciais não nos moldes em que se encontram hoje", defende Simango que fez estes pronunciamentos numa altura em que se avizinham as eleições autárquicas.

Questionado sobre a sua candidatura a mais um mandato pela cidade da Beira em 2018, Simango garante que tudo “vai depender das decisões a serem tomadas no segundo congresso do partido”, agendado para realizar-se de 5 a 8 de Dezembro em Nampula.

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