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Pontes submersas e circulação cortada pelos rios na Huíla

  • Teodoro Albano

Pontes submersas e circulação cortada pelos rios na Huíla

Pontes submersas e circulação cortada pelos rios na Huíla

As culturas fortemente atingidas pelas fortes enxurradas

As chuvas na Huíla estão a chegar ao fim. Se por um lado comunidades há que se poderão dar por felizes pelos níveis de produção agrícola alcançados, outras nem tanto.

No leste da província algumas localidades para além de terem visto pontes submersas, circulação cortada pelas enchentes dos rios viram também suas culturas fortemente atingidas pelas fortes enxurradas.

No município de Quipungo a pouco mais de 120 quilómetros a leste do Lubango, as produções agrícolas estão ameaçadas e as autoridades locais já apontam para os próximos tempos um cenário de fome;

“É bem possível que este ano venhamos a precisar mais de doações, porque o milho já está pronto, o massango está pronto, mas como vêm por causa das enxurradas tudo está a germinar de novo e isto poderá provocar mais fome ainda e haverá necessidade mesmo de termos mais doações.”

Os apelos da administradora municipal de Quipungo, Cândida Ukali, têm lugar numa altura em que o executivo de Isaac dos Anjos está a desenvolver um programa de apoio a grupos vulneráveis.

Quarenta e cinco toneladas em bens diversos foram distribuídas recentemente naquela localidade. O grupo minoritário San e as pessoas portadoras de deficiência são a prioridade.

A directora da Huíla da assistência e reinserção social, Catarina Manuel, diz tratar-se do cumprimento de um plano há muito traçado.

“Esta actividade se enquadra no programa que temos vindo a realizar cumprimento de um programa já traçado, dentro daquele trabalho de apoiar as pessoas carenciadas e vulneráveis.”

Nos próximos dias a ajuda deverá chegar ao município de Quilengues, no norte da Huíla.

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