O jornalista da Rádio Despertar Gonçalves Viera disse que foi acusado de criar desordem na casa das leis.
Segundo o advogado de defesa David Mendes sem as referidas provas no processo o Supremo Tribunal deverá pronunciar-se a favor do reú.
Segundo um dos nossos entrevistados, a transmissão dos debates permitirá aos cidadãos conhecer melhor os seus representantes.
Populares dizem que o Governo deve combater o desemprego e a falta de ocupação da juventude como forma de diminuir a criminalidade.
Denúncias de que angolanos aproveitam-se da condição de pobreza dos professores cubanos, a quem pagam para fazerem as pesquisas e a tese.
O adiamento deve-se à ausência de testemunhas de acusação.
Manuel Bastista Chivonde Nito Alves foi preso por imprimir várias t-shirts com slogans contra o presidente, quando tinha apenas 17 anos.
Adriano Tarsi, cidadão que viu a sua casa demolida, disse ter sido roubado pelos supostos agentes da polícia, que levaram um telemóvel e 7 mil kwanzas.
Salvador Freire, presidente da organização não-governamental Mãos Livres, afirma que a exploração continua em diversas províncias do país.
Braço juvenil destaca o silêncio em torno das mortes e a ausência de julgamento.
Não é a primeira vez que as entidades daquela região são acusadas de deter cidadãos sem culpa formada.
Cerca de 1000 famílias ainda não receberam os seus apartamentos pagos desde o início do ano passado.
Eles exigem isenção de pagamento de propina durante o mês de Maio por não terem tido aulas.
Livro com artigos de diversos africanos é lançado em Luanda
Não é a primeira vez que a polícia é acusada de atingir mortalmente cidadãos indefesos na capital angolana.
Com sintomas de febre, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, dedos, tornozelos e pulsos, dores de cabeça e musculares e manchas vermelhas na pele.
Até ao momento nem a direcção do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE) nem mesmo a polícia de investigação se pronunciaram sobre o assunto.
Movimento estudantil continua a lutar por passe social
Crentes muçulmanos acreditam que os assassinatos não têm motivos religiosos
Polícia nega espancamentos mas fotos indicam o contrário
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