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Politicos pedem responsabilização criminal gestores do Fundo Soberano


Adalberto da Costa Júnior, parlamentar da UNITA

O Presidente da República João Lourenço exonerou Filmeno dos Santos, filho do antigo PR José Eduardo dos Santos do cargo de PCA do Fundo Suberano de Angola e nomeou em seu lugar Carlos Alberto Lopes.

Segundo deputados da oposição, as referidas exonerações só terão alguma relevância política se forem acompanhadas de responsabilidade criminal.

Para Lindo Bernando Tito, vice-presidente da CASA-CE era previsível a exoneração de Filomeno dos Santos, do cargo de PCA do Fundo Soberano de Angola. Tito disse que não bastam exonerações, "o Presidente deve accionar os órgãos de justiça para a devida responsabilização criminal".

A mesma opinião é defendida por Adalberto Costa Júnior, presidente do grupo parlamentar da UNITA.

“Não podemos nos habituar a ver gestores pagos em emolumentos sem balanço” disse Adalberto Costa Júnior.

Moco e Lopo são "acomodação política"

Em relação às nomeações de dois antigos dirigentes do MPLA para administradores da Sonangol: Marcolino Moco e Lopo do Nascimento, Tito diz ser "acomodação política tendo em conta os interesses de João Lourenço dentro do MPLA".

“Cada um joga com as pedras que lhes são favoráveis” disse.

Entretanto, o politólogo Rui Kandove diz não entender as razões da nomeação de Marcolino Moco e Lopo do Nascimento para os cargos de administradores não executivos da Sonangol.

Kandove diz também que a exoneração de Filomeno dos Santos da gest​ã​o do Fundo Soberano faz todo sentido porque o Fundo estava submetido a muitos escândalos.

“Quem esteve a lidar tinha que sair porque o Fundo estava com muita vulnerabilidade” afirmou.

Recorde-se que a sociedade angolana tem exigido a responsabilização dos gestores "prevaricadores".

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