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Malásia: Buscas do voo MH370 desaparecido no Índico poderão reiniciar


Tripulante da Nova Zelândia nas operações de busca, Abril, 2014.

Buscas iniciais levaram três anos e custaram 160 milhões de dólares e apenas destroços foram encontrados.

As autoridades malaias dizem que receberam ofertas de três companhias privadas para o reinício das buscas de uma aeronave desaparecida a 8 de Março de 2014, no oceano Índico.

O ministro de Transportes do país, Liow Tiong Lai, disse que os pedidos são de empresas da Holanda, Estados e uma local.

“De momento estamos a negociar com as companhias. Uma delas é Ocean Infinity e outra é Fugro. Estamos ver as propostas,” disse Lai.

Pedaço de uma peça do MH370 encontrada, em Março de 2016, na costa de Moçambique, no IACM em Maputo
Pedaço de uma peça do MH370 encontrada, em Março de 2016, na costa de Moçambique, no IACM em Maputo

O ministro disse a jornalistas que governo ainda não decidiu sobre a retomada da busca do voo MH370 da Malaysian Airlines, que terminaram em Janeiro deste ano após três anos, o que custou 160 milhões de dólares ao longo de áreas remotas do oceano Índico.

O voo MH370 desapareceu em 2014 quando fazia a ligação Kuala Lumpur – Pequim, com 239 pessoas a bordo.

Além de poucos destroços nalguns pontos do Índico – incluindo Moçambique - nada foi descoberto.

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