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Kwanza Sul: SINPROF acusa autoridades de usarem "fura greves"


Escola vazia em Kwanza Sul

Sindicalista congratula-se com o facto de a polícia não ter sido chamada para acabar com a greve como no passado

O secretário provincial do Sindicato Nacional de Professores (Sinprof) na província angolana de Kwanza Sul, Celestino Calembe Lutukuta, acusou as autoridades de tentarem destruir a greve de professores através do recrutamento de “professores estagiários nos magistérios e por professores chamados voluntários”.

Greve de professores no Kwanza Sul - 2:42
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Isto é uma violação ao disposto no Artigo 17 da Lei da greve que afirma que `é vedado á entidade empregadora substituir os trabalhadores em greve por outros que à data do início do conflito não trabalhavam para a empresa ou serviço”, disse Lutukuta.

“Portanto, estamos diante de uma violação flagrante”, acrescentou o sindicalista afirmando, por outro lado, que “determinadas escolas e determinadas repartições municipais estão a intimidar os professores, estão a coagir os professores, coordenadores de disciplina e de curso”.

Lutukuta afirmou ainda que, que ao contrário do ano passado, não houve envolvimento da polícia em tentar acabar com a greve.

“Felizmente desta vez não estamos a receber denúncias dos municípios, muitos menos aqui no Sumbe”, disse Celestino Calembe Lutukuta.

O sindicalista disse que a greve no Kwanza sul tem uma adesão de 98 por cento

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