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Angola: IURD em "guerra" aberta com insultos e acusações


Igreja da IURD na Huíla, Angola (Foto IURD)

Os dirigentes de duas facções da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) continuam a degladiar-se na arena pública, acusando-se agra mutuamente de serem criminosos.

Facções da IURD em guerra aberta – 2:28
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Os pastores e bispos da ala angolana, liderada por Valente Luis Bezerra, dizem que é apenas uma questão de tempo antes da IURD em Angola ser definitivamente liderada e de forma autónoma pela direcção angolana.

Em conferência de Imprensa nesta quinta-feira, 22, o representante dos pastores e bispos angolanos Felner Batalha assegurou que "a IURD em Angola está e vai ser liderada por nacionais, gestão plena autónoma do resto da igreja no Brasil e no mundo".

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A outra ala, a dos pastores e bispos brasileiros, garante que não, que a justiça tarda mas não falha e que haverá uma resposta em favor de quem tm a razão.

O bispo Alberto Segunda insiste em considerar a actual direcção de ser “uma organização criminosa com cabecilhas que falsificam documentos, fazem assembleia ilegais, invadem templos e tomam os templos, agridem e expulsam pastores de suas casas”.

“São criminosos”, rematou.

Valente Bezerra responde afirmando que “quem aqui é suspeito de práticas de crimes, não somos nós, é a então liderança”.

“Por isso refutamos categoricamente (essa acusação), nós não somos criminosos, graças a Deus", ripostou.

O assessor do actual líder da IURD, Felner Batalha, argumenta ainda que "se o bispo Valente Bezerra foi expulso como eles dizem por má conduta, então que apresentem publicamente esta má conduta, publiquem algo que o bispo Valente ou outro pastor tenham assinado para o seu desligamento da igreja”.

“Claro que não houve qualquer desligamento, somos todos membros de pleno direito da igreja", disse, acrescentando que a actual direcção

"Temos toda legitimidade e há documentos a comprovar, o próprio Ministério de tutela deixou claro que o único interlocutor válido entre o Estado e a IURD é a nova direcção que saiu da última assembleia extraordinária de 13 de Fevereiro", concluiu Batalha.

Do lado brasileiro, considera-se que há apenas um posicionamento administrativo em relação à igreja, fazendo notar que a justiça ainda não se
posicionou e “quando o fizer vai ser reposta a verdade e os verdadeiros líderes da igreja”.

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