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Libertados activistas que tinham sido presos em Cabinda


Cabinda activistas libertados

ONG denuncia "caça aos activistas"

Foram libertados, em Cabinda, os nove activistas dos direitos humanos que tinham sido detidos detidos este sábado, 15 de Dezembro, na província angolana de Cabinda. Os activistas foram libertados por ordem do governador, Eugénio Laborinho.

A informação é avançada pelo activista José Marcos Mavungo, a partir de Lisboa

“Laborinho garantiu que, enquanto for governador de Cabinda não vai haver barulho de manifestantes nas ruas da cidade de Cabinda, pois todos os manifestantes serão detidos”, escreve Mavungo em comunicado publicado na sua página de Facebook.

Aquele activista, que há três anos esteve detido por 14 meses por tentar organizar uma manifestação, diz constar “que os activistas foram agredidos e torturados por elementos da Polícia Nacional (PN) de Angola”.

Eles tinham sido detidos de manhã, como informou na altura a Associação para o Desenvolvimento da Cultura dos Direitos Humanos (ADCDH).

Em comunicado disse que está a decorrer uma verdadeira caça ao homem, em Cabinda”.

“A Policia Nacional está a deter todos os ativistas ligados ao ADCDH, na antiga praça das madeiras no bairro Gika”, acrescentou.

O comunicado indicou que entre os activistas que tinham sido presos contava-se o presidente da organização Alexandre Kwanga Nsito.

Outros activistas detidos e agora libertador segundo comunicado enviado à VOA estavam Felix Ngonda Baveca, Celestino Manhito (vulgo, Artista), João Muanda, José Hilário Gime, Marcos Lúbuca e Pedro Bumba

A manifestação tinha sido convocada para assinalar o dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Na semana passada uma manifestação contra o desemprego foi também proibida pela polícia.

Três activistas presos na ocasião foram posteriormente libertados .

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