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Ouvinte brasileiro fala sobre o radioamadorismo e a radioescuta

  • Danielle Stescki

Francisco Jacson, diretor secretário da LABRE-RJ

Francisco Jacson, diretor secretário da LABRE-RJ

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As primeiras transmissões de rádio começaram no final do século XIX e início do século XX. Os radioamadores foram os pioneiros nas telecomunicações e contribuíram para a melhoria da tecnologia.

No Espaço do Ouvinte desta semana, conversamos com Francisco Jacson, diretor-secretário da LABRE, Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão do Rio de Janeiro, sobre radiomadorismo e radioescuta.

Hoje o radiomadorismo é praticado em todo o mundo. É no Japão que há o maior número de radioamadores cadastrados: 1,3 milhão de pessoas. Já nos Estados Unidos há 800 mil radioamadores, segundo informa o diretor-secretário da LABRE-RJ.

Francisco Jacson é radioescuta Classe A, ou seja, tem uma habilitação concedida pelo governo brasileiro para operar uma estação amadora de radiocomunicação.

Como radioamador Classe A, ele também pode licensiar repetidoras e comandar instituições como a Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão.

Jacson também é radioescuta, ouve emissoras de rádio longínquas em ondas curtas.

"Radioescuta é maravilhoso! Você montar a sua estação, sentar e começar a escutar essas rádios internacionais e mandar informe de recepção. É um mundo espetacular!"

Confira a entrevista na íntegra, para saber mais sobre os radiomadores, como eles podem atuar em situação de emergência, e também como ingressar no radiomadorismo.

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