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Libertados 33 activistas das Lundas, sete ainda estão presos


Rosa Cruz e Silva, ministra da Cultura de Angola, promovendo a arte chokwe

Rosa Cruz e Silva, ministra da Cultura de Angola, promovendo a arte chokwe

Os activistas libertados não têm comida, nem dispõem de transporte para regressarem às suas terras de origem

Trinta e três dos activistas e membros do Protectorado das Lundas-Tchokwe, que se encontravam presos na cadeia de Kakanda no Dundo, já estão em liberdade desde quinta-feir à noite. Ainda na cadeia permanecem sete outros activistas, entre os quais o dr. Jota Filipe Malaquito.Decorrem, entretanto, démarches por parte do advogado dos detidos, o dr. David Mendes, que se desloca à Lunda Norte para tratar da libertação dos seus constituintes ainda encarcerados.
Zecamuxima, que é o porta-voz do movimento das Lundas, disse à VOA que os activistas libertados não têm comida, nem dispõem de transporte para regressarem às suas terras de origem, algumas a 600 quilómetros de distância.Todos eles passaram a noite numa paróquia de uma igreja, que os acolheu provisoriamente, persistindo grandes dificuldades para os fazer deslocar do Dundo, onde se encontram, para o Kafunfu, terra de residência de alguns.
Zecamuxima considera que a libertação dos seus elementos constitui uma vitória para Protectorado das Lundas-Tchokwe, adiantando que o processo reivindicativo junto das autoridades de Luanda vai continuar para encontrar uma solução para as suas reivindicações.

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