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"Mãe da Nação" jogou papel importante na luta anti-apartheid mas esteve envolvida em várias controvérsias que acabaram em julgamentos.

Morreu em Johannesburg Winnie Mandela, a segunda mulher do antigo presidente da Africa do Sul e símbolo da luta anti apartheid Nelson Mandela.

Winnie Mandela encontrava-se doente há bastante tempo de doença não especificada e morreu num hospital em Johannesburg.

Ela foi mulher de Nelson Mandela durante 38 anos e jogou um papel importante em manter a viva a sua imagem durante os seus longos anos de prisão e foi também ela própria uma dirigente da luta anti apartheid.

O premio nobel e Arcebispo Emérito Desmond Tutu descreveu Winnie Mandela como “um símbolo da luta contra a opressão que se recusou a ser intimidada pelas constantes perseguições, detenções e exilio interno”.

Nos últimos ano do apartheid ela esteve envolvida em vários casos controversos e em 1991 já depois da libertação de Nelson Mandela ela foi considerada culpada de rapto e agressão de um jovem de 14 anos de idade que foi mortos pelos seus guarda costas.

Nelson e Winnie Mandela
Nelson e Winnie Mandela

Nelson Mandela divorciou-se de Winnie Mandela em 1992.

Em 1995 foi demitida da sua posição de vice ministra de artes, cultura,ciencia e tecnologia, pelo presidente Nelson Mandela no meio de alegações de corrupção e indisciplina em acatar posições do governo

Em 2003 foi considerada culpada de fraude e roubo de 125 mil dólares do Congresso nacional Africano mais tarde em apelo isso foi reduzido a uma condenação de fraude pela qual foi condenada a pena suspensa.

Contudo mais recentemente foi reabilitada e era conhecida como a Mãe da Nação. Winnie Mandela tinha 81 anos de idade.

Novo livro sobre Mandela retirado das prateleiras a pedido da família

Especial Nelson Mandela

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