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Vice-presidente brasileiro defende "corredor de escape" para Maduro e colaboradores


Nicolás Maduro

Hamilton Mourão sugere que esta deve ser ai missão dos outros países

O vice-presidente brasileiro Hamilton Mourão defendeu um "corredor de escape" para o Presidente Nicolás Maduro "e seu pessoal" deixarem a Venezuela.

"Eu ainda julgo que a grande missão que os outros países têm é oferecer uma saída para o Maduro e o seu pessoal. Tem que ter um corredor de escape", afirmou o general Mourão em entrevista ao programa do jornalista Roberto D'Ávila, na GloboNews,

Para Mourão, o facto de o Governo brasileiro ter reconhecido o líder da Assembleia Nacional Juan Guaidó como o Presidente interino é condizente com o entendimento do Grupo de Lima, do qual o Brasil faz parte, juntamente com Argentina, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá e Paraguai.

Em Janeiro, o grupo decidiu que não reconheceria o mandato de Maduro.

"Na realidade, já a resolução do Grupo de Lima já tinha sido uma resolução bem forte e a partir dali considerava o governo do Maduro na ilegalidade”, reiterou o vice-presidente que na quarta-feira, 24, tinha rejeitado qualquer possibilidade de interferência militar na Venezuela “por ser conta a nossa política externa”.

A oposição na Venezuela e alguns países da comunidade internacional, entre eles o Brasil e os Estados Unidos, não reconhecem o mandato de Maduro, sob a alegação de que a eleição vencida por ele, no ano passado, foi fraudada.

Na entrevista a Roberto D'Ávila, Mourão foi questionado sobre o risco de uma eventual guerra civil na Venezuela.

Estados Unidos, Brasil, Reino e vários países da América Latina já reconheceram Juan Guaidó como Presidente interino, enquanto a União Europeia defendeu a realização de eleições credíveis.

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