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Trending: Dave Chappelle, Lady Antebellum, Starbucks


Imagem de arquivo: Dave Chappelle em Toronto, 2018.

O comediante Dave Chappelle voltou aos palcos depois de 86 dias fora deles. A 6 de junho Chappelle actuou em Beavercreek, Ohio e falou de George Floyd.

Chappelle é um comediante bastante famoso, controverso, sem medo das palavras que usa. O seu regresso aos palcos mais uma vez mexeu com os fãs e não só – em cerca de 30 minutos ele não poupou ninguém – a sua performance chama-se 8:46, em relação aos 8 minutos e 46 segundos que o polícia de Mineápolis teve o seu joelho no pescoço de George Floyd, asfixiando-o até à morte.

Chappelle é o assunto desta sexta-feira, 12 de junho no Twitter.

Manifestações pacíficas são agora a ordem do dia nos EUA
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As manifestações contra o racismo e injustiça social nos Estados Unidos estão a provocar uma série de ações em todas as áreas, muitas pela mudança.

Esta semana falámos em remoção de estátuas de generais confederados, de remoção de bandeiras confederadas e hoje temos a mudança de nome de um grupo de música country.

Da esquerda para a direita Dave Haywood, Hillary Scott e Charles Kelley, o trio Lady Antebellum, que agora é Lady A
Da esquerda para a direita Dave Haywood, Hillary Scott e Charles Kelley, o trio Lady Antebellum, que agora é Lady A

O grupo Lady Antebellum bateu o record da semana das pesquisas no Google em 24 horas! Mais de 2 milhões de pesquisas são sobre o grupo ter mudado de nome para Lady A.

Em comunicado, o trio justificou a mudança de nome com a associação que Antebellum tem com a escravatura

No comunicado eles dizem que sentem agora o impacto que o nome pode ter para os negros americanos e que antes eles não sabiam.

Facebook

No Facebook o top 3 dos trendings traz uma marca à baila!

O perfil delish publicou um link com a dizer que a hashtag #boycottStarbucks está trending e o seu post tornou-se trending.

No post com mais de 1700 partilhas, cerca de 3 mil comentários e quase oito mil comentários, o Delish diz que a cadeia de cafés Starbucks proibiu os seus empregados de usar qualquer acessório relacionado com o movimento Black Lives Matter.

E de facto isso é notícia hoje e há com certeza alguns clientes do Starbucks que não estão contentes com isso.

Starbucks
Starbucks

O Starbucks justificou a sua posição dizendo que é política da empresa não permitir que os empregados usem quaisquer acessórios que advoguem por questões políticas, religiosas ou pessoais. Mas um empregado negro e transgénero disse ao Buzz Feed que o Starbucks permite que os seus empregados usem pins e t-shirts ou outros acessórios relacionados com a comunidade LGBTQ.

O Starbucks alertou os empregados para agitadores que queiram desvirtuar os princípios fundamentais do movimento Black Lives Matter e ampliar a divisão.

No website da VOA o artigo mais visto nas últimas horas é sobre estudantes angolanos na África do Sul que pedem ajuda ao governo para regressar a Angola.

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