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SINPROF e governo angolano voltam à mesa de negociações


"Greve não pode ser excluída" - Guilherme Silva, presidente do Sinprof, Angola

O Sindicato Nacional de Professores de Angola (Sinprof), remeteu à entidade patronal um novo caderno reivindicativo, que retoma as anteriores exigências para a classe, e acordou iniciar as negociações a partir da primeira quinzena de Dezembro próximo.

A revelação foi feita à Voz da América pelo secretário-geral do Sinprof, Guilherme Silva sustentando que a nova direcção do Ministério da Educação não se opõe, “em princípio” ao reactamento das negociações visando um acordo que satisfaça a classe.

O sindicalista disseque grande parte das reivindicações, com destaque para a actualização do tempo de serviço, não foram satisfeitas, e que uma nova recusa pode dar origem a retoma da greve,a partir do próximo ano lectivo, que foi suspensa em 2018.

“O tempo de serviço é para contar no processo de transição ou de promoção dos professores e não é para ser roubado”, defendeu.

O Sinprof segundo Guilherme Silva quer ver também resolvida a questão da merenda escolar, o fim da mono-docência, na quinta e sexta-classe, a distribuição dos manuais escolares e o problema do excesso de alunos em salas de aula.

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