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Sindicato alerta que concurso para professores não cobre carências em Angola


Guilherme Silva diz que superlotação das turmas e salas de chapas vão continuar

O Ministério da Educação de Angola abriu mais um concurso para a contratação de professores para o Ensino Primário e Secundário com 10 mil vagas contra as 20 mil do concurso de 2018.

O Sindicato Nacional de Professores (Sinprof) considera, entretanto, que as vagas disponíveis estão aquém das reais necessidades do país, ao mesmo tempo que exige maior transparência na gestão dos recursos humanos no sector.

Sindicato de Professores diz que novo concurso não cobre necessidades - 2:00
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O líder do Sinprof, Guilherme Silva, disse à VOA que, com estes números, o problema da superlotação das turmas vai persistir num país onde as aulas continuam a ser leccionadas em escolas de chapas de zinco ou por baixo de árvores.

“No mínimo, nós precisaríamos para este ano lectivo, de 60 mil professores”, defendeu o sindicalista.

O Presidente João Lourenço garantiu esta semana que os concursos vão continuar a ser feitos anualmente devendo variar o número de vagas em cada concurso público “consoante os recursos que o Estado tiver”.

As inscrições começaram no dia 1 e encerram a 28 de Outubro.

Os testes de aptidão estão marcados para o dia15 de Novembro de 2019.

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