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Será que a juventude santomense está preparada para as eleições?

  • Danielle Stescki

Calisto do Nascimento, pres. da Associação dos Estudantes da Língua Inglesa de São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe tem uma população estimada em 200 mil habitantes e enfrenta vários desafios, que vão desde o acesso à água potável até a falta de empregos.

Ano de eleição é ano de esperança, e 2018 promete ser muito importante para os santomenses, já que as eleições autárquicas e legislativas vão ocorrer simultaneamente.

Calisto do Nascimento, pres. da Associação dos Estudantes da Língua Inglesa de São Tomé e Príncipe.
Calisto do Nascimento, pres. da Associação dos Estudantes da Língua Inglesa de São Tomé e Príncipe.

“Eu tenho certeza que os jovens querem participar. Estão atentos. Quando nós formos chamados saberemos decidir,” diz Calisto do Nascimento, presidente da Associação dos Estudantes da Língua Inglesa de São Tomé e Príncipe.

Nascimento, que tem 24 anos, estuda Direito na Universidade Lusíada de São Tomé e Príncipe. Após concluir os estudos, ele espera conseguir um emprego na área de advocacia, mas reconhece que não há geração de empregos no país.

“As pessoas são forçadas a trabalhar e fazerem aquilo para o que não foram formados”.

Ele enfatiza a importância de investir mais “porque as dificuldades só aumentam e há sempre uma necessidade de haver mais oportunidades para os jovens”.

Segundo Nascimento, o que falta para a juventude santomense é uma união que se traduza na prática.

“Nós precisamos ter a consciência de que todos precisam caminhar com objetivos comuns. Deveríamos nos unir para alcançar essa finalidade, que é a satisfação do bem comum”.

Ele acredita que se os jovens continuarem atentos e participativos conseguirão conquistar as suas metas.

Confira a entrevista na íntegra para saber mais sobre Calisto do Nascimento.

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