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Representante da ONU para a Guiné-Bissau diz serem necessárias reformas urgentes


Conselho Segurança da ONU

A representante especial de António Guterres para a Guiné-Bissau quer o apoio da comunidade internacional e do Conselho de Segurança compromisso contínuo para com aquele país.

Ao apresentar o seu relatório, no Conselho de Segurança, Sori-Coulibaly, recordou que o processo legal sobre as eleições presidenciais está em aberto, uma vez que o PAIGC contestou a vitória atribuída ao candidato adversário, Sissoco Embaló, e em recurso ao Supremo Tribunal pede anulação das eleições por questões de legalidade e credibilidade.

A CNE confirmou os resultados mas a CEDEAO quer a verificação dos dados nacionais da segunda volta do escrutínio, a 29 de Dezembro, para que se coloque fim à situação pôs-eleitoral.

Sori-Coulibaly referiu a desconfiança entre os políticos, divisões no poder executivo e as mudanças nas alianças políticas no Parlamento e disse “a posse do outro presidente provavelmente não trata estabilidade” à Guiné-Bissau.

Para a representante e diplomata do Burkina Faso é preciso reformar a Constituição, a legislação eleitoral, partidos políticos, forças de defesa e segurança e o poder judicial.

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