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Quase 400.000 congoleses já foram expulsos de Angola


Imigrantes congoleses carregam os seus pertences de regresso à República Democrática do Congo.

Governo desmente noticias de violência contra os cidadãos da RDC

O número de estrangeiros que deixaram Angola desde o começo da Operação Transparência ascende a 380.000, disse a agência de notícias angolana ANGOP.

A Operação Transparência visa acabar como o garimpo ilegal de diamantes em Angola e acabar com “a invasão silenciosa” de imigrantes ilegais a maior parte da Republica Democrática do Congo.

A agência disse que só na última semana foram apreendidos 17.000 quilates de diamantes e encerradas 231 casas de venda de diamantes.

Pedro Sebastião ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente rejeitou entretanto alegações de uma campanha xenófoba contra os cidadãos da Republica Democrática do Congo que constituem a maior parte dos estrangeiros expulsos ao abrigo daquela operação

Sebastião disse serem “completamente falsas” informações de massacres de congoleses e disse que os refugiados da RDC que se encontram no centro de acolhimento do Lóvua não serão afectados pela operação.

Por outro lado o diário estatal Jornal de Angola disse num editorial que a “Operação Transparência” tem como objectivo único “impedir actos sistemáticos de violação das fronteiras do país” e a “exploração ilegal de diamantes” no país.

A expulsão dos congoleses provocou tensão entre Angola e a República Democrática do Congo que ameaçou retaliar contra os cidadãos angolanos na RDC.

O embaixador de Angola em Kinshasa foi convocado pelo governo congolês para explicar as acções e subsequentemente o governo angolano convocou o embaixador da RDC para uma explicação sobre a operação.

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