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Professores angolanos não recuam na greve


Graça Manuel reitera engajamento de Malanje

Mais de cinco mil professores em Malanje aderem à paralisação

Mais de cinco mil professores na província de Malanje filiados no Sindicato Nacional de Professores (Sinprof) prometem aderir à greve nacional do Ensino Geral, prevista para ocorrer de 9 a 27 de Abril.

Malanje: professores apoiam greve - 1:56
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O secretário-geral provincial do referido sindicato, Graça Manuel, disse que as assembleias de trabalhadores foram realizadas nas escolas dos 14 municípios desta circunscrição.

A terceira fase da greve geral visa demonstrar a insatisfação dos professores pela não aprovação do Estatuto da Carreira Docente e repudiar a estratégia do Ministério da Educação de priorizar o concurso público de admissão de novos professores em detrimento da actualização de categorias dos docentes em serviço, lê-se na declaração de greve do Sinprof.

Na sexta-feira, 30, secretários-gerais de todas as províncias do país reunidos em Luanda disseram que os professores só regressam às aulas com uma única condição: a aprovação do Estatuto, como clarificou o porta-voz do encontro, Baxi Paulino Mateus.

“A única possibilidade, isso é consensual por parte dos secretários-gerais e dos professores, é a aprovação do estatuto”, disse, justificando, “nós estamos a vir negociar com o Ministério desde 2011, na verdade estamos cansados, já demos muita moratória ao governo, já houve muitas reuniões”.

Os docentes poderão voltar a paralisar às aulas em Junho do presente ano lectivo, caso o Executivo angolano continuem intransigente na resolução das exigências constantes do caderno reivindicativo.

O Governo ainda não se pronunciou sobre a intenção do Sinprof.

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