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Não há sinais de manipulação nas eleições quenianas, dizem observadores da União Europeia


Eleitores quenianos

Quatro mortos em incidentes pós-eleições.

A chefia da missão da União Europeia (EU) na observação de eleições quenianas disse hoje que não foram vistos sinais de “manipulação centralizada ou localizada” do processo de votação.

A agência Reuters cita Marietje Schaake afirmando que o relatório final da missão da EU vai avaliar o processo de contagem de votos.

A posição da EU surge numa altura em que o líder da oposição, Raila Odinga, insiste que o processo de votação sofreu manipulação cibernética para favorecer o presidente Uhuru Kenyatta.

No final da tarde de ontem, 9, os resultados da Comissão Eleitoral do Quénia referentes a cerca de 97 por cento de colégios eleitorais colocavam Uhuru Kenyatta na dianteira com54,31% dos votos, contra 44,81% obtidos por Odinga.

"Trata-se de uma fraude de gravidade monumental, não houve eleições" disse Odinga.

Pelo menos quatro pessoas morreram em manifestações pós-eleições.

Notícia em desenvolvimento.

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