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Nações Unidas advertem Hong Kong a realizar consultas antes de alterar a lei da extradição


Michelle Bachelet, Alta Comissária das Nações Unidas

A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos adverte as autoridades de Hong Kong para realizarem consultas abrangentes antes da aprovação ou alteração da lei de extradição, numa altura em que continuam protestos na região autónoma.

Falando na abertura da sessão de três semanas do Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, Suiça, Michelle Bachelet disse também que continua a debater com a China, entre outras questões, a situação de Xinjiang, incluindo o acesso sem restrições àquela região ocidental.

Observadores das Nações Unidas e activistas dizem que cerca de um milhão de indivíduos da etnia Uighur e outros muçulmanos são mantidos em centros de detenção em Xinjiang.

A comunidade internacional condenou a China por criar tais prisões, que Pequim descreve como “centros de treino educacional”, que ajudam a erradicar o extremismo e ensinam novas habilidades.

Manifestantes em Hong Kong bloquearam o cesso às instalações do governo, nesta segunda-feira, 24, por cerca de duas horas, e têm planos de nova marcha na quarta-feira para alertar os líderes participantes da cimeira G-20, no Japão.

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