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Ministério Público pede "penas mais brandas" a acusados de terrorismo em Angola

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Tribunal Provincial de Luanda

Seis jovens são indiciados agora do crime de “actos preparatórios de terrorismo"

O Ministério Público (MP) angolano terá desistido da condenação por crime de “organização terrorista”, pedida inicialmente contra os seis jovens angolanos praticantes de islamismo e sugeriu ao juiz que sejam indiciados no crime de “actos preparatórios de terrorismo”.

A sessão de julgamento retomada nesta terça-feira, 8, foi marcada pela leitura das alegações finais ao cabo das quais o MP sugeriu igualmente penas descritas como “mais brandas”, pelo advogado de defesa do grupo.

Sebastião Assureira disse o MP pediu que os réus Lando Panzo José, Joel Said e Angélico Bernardo da Costa sejam condenados a uma pena não inferior a quatro anos, enquanto para Bruno Bernardo defendeu uma pena não inferior a três anos e a absolvição dos réus Ana júlia e Dala Camueji.

O acórdão do tribunal deverá ser conhecido dentro de duas semanas, mas o advogado dos reús adverte que se o juiz aplicar a pena sugerida pelo representante do MP vai recorrer da sentença por entender não haver matéria que os incrimina.

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