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Invasão da Ucrânia: Duros combates nos arredores de Kyiv, enquanto Rússia reagrupa forças


Ponte destruída pelos ataques russos a 25 quilómetros de Kyiv, Ucrânia, 11 Março 2022

Vice-primeira-ministra da Ucrânia diz esperar que a Rússia cumpra o acordado e abra corredores humanitários hoje

Duros combates têm lugar neste sábado, 12, entre as tropas russas e a resistência ucraniana a noroeste da capital Kyiv e noutras cidades, enquanto oexército russo continua a juntar homens e equipamentos a 25 quilómetros da mais importante cidade do país.

Sirenes a indicarem ataques aéreos foram ouvidas em várias cidades durante a noite.

O Ministério da Defesa da Rússia informou ter destruído uma base aérea ucraniana perto da cidade de Vasylkiv, bem como um depósito de munição nas proximidades do local.

O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia disse que forças russas bombardearam hoje uma mesquita em Mariupol, onde 80 pessoas estavam abrigadas, algumas delas da Turquia.

Corredores humanitários

Vários corredores humanitários estão programados para abrir hoje para permitir que os moradores saiam em segurança de Kyiv, Sumy e outras regiões.

Sobre esses corredores, a vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk, disse num discurso em vídeo, esperar o melhor.

“Que o dia corra bem, que todas as rotas planeadas sejam abertas e a Rússia cumpra as suas obrigações de garantir o cessar-fogo", afirmou Vereshchuk.

Entretanto, nas últimas horas, um alto funcionário de defesa dos EUA, sob condição de anonimato, confirmou que a Rússia começou a atacar locais no oeste da Ucrânia, atingindo aeródromos em Lutsk e Ivano-Frankivsk na sexta-feira, parte do ataque com mais de 800 mísseis lançados desde o início da invasão.

Por sua vez, o porta-voz do Pentágono, John Kirby, disse que “os russos começam a ganhar mais impulso no terreno em direcção a Kyiv, particularmente do leste".

Ontem, o Presidente dos Estados Unidos anunciou que vai pedir ao Congresso que revogue o estatuto de Nação Mais Favorecida (MFN, nas siglas em inglês) da Rússia, o que permitirá à Casa Branca impor tarifas duras e altas aos produtos russos.

Caso a proposta de Joe Biden for aprovada pelo Congresso, na prática deixarão de existir relações comerciais normais entre os dois países.

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