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Fronteira de Israel e Gaza relativamente quieta um dia após protesto fatal


Mahmoud Abbas declarou sábado como dia nacional de luto e uma greve geral foi chamada pela Cisjordânia ocupada.

Dezenas de jovens palestinos se reuniram na fronteira entre Gaza e Israel, neste sábado, 31, na área descrita como relativamente quieta, um dia após uma violência fatal ter rompido numa das maiores manifestações palestinas em anos.

Ao sul da Faixa de Gaza, moradores disseram que tropas do Israel deram disparos de aviso em direção a uma multidão de jovens, alguns dos quais queimava pneus.

Autoridades de saúde disseram que duas pessoas ficaram feridas e um porta-voz do exército do Israel disse que estava a verificar os detalhes, reporta a Reuters.

Na sexta-feira, pelo menos 15 palestinos foram mortos pelas forças de segurança israelitas, que confrontaram os manifestantes, alguns dos quais o exército disse que abriram fogo, rolaram pneus em chamas e atiraram pedras e bombas de fogo contra as tropas do outro lado da fronteira.

O presidente palestino Mahmoud Abbas declarou sábado como dia nacional de luto e uma greve geral foi chamada pela Cisjordânia ocupada. Milhares marcharam em Gaza pelas ruas em funerais para os mortos.

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