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Fátima Mimbire: PGR deve explicar melhor a retirada de recursos no processo de extradição Chang


Manuel Chang, antigo ministro das Finanças de Moçambique
Manuel Chang, antigo ministro das Finanças de Moçambique

A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique anunciou, nesta segunda-feira, 10, a retirada dos recursos interpostos contra a decisão da justiça sul-africana de não extraditar para Maputo o seu antigo ministro das Finanças, Manuel Chang.

Mas para Fátima Mimbire, do Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO), a PGR deve dar mais detalhes sobre as reais motivações dessa retirada de recursos.

Numa leitura inicial, Mimbire diz que pode ser tomada em consideração a questão de que os processos de recurso representam altos custos financeiros e a PGR não está a ser sucedida.

Por outro lado, pode a PGR “estar confiante dna probabilidade de que o ministro da justiça (sul-africano) vai decidir a favor de Moçambique” no caso de extradição de Chang.

A decisão de retirada de recursos é feita numa altura em que uma missão do Fundo Monetário Internacional visita Moçambique, com uma agenda, que segundo a imprensa, inclui o reinício do apoio ao país.

Comentando sobre essa coincidência, Mimbire destaca que Moçambique está numa fase que “tem que dar sinal de que está efetivamente comprometido em esclarecer de forma transparente, honesta e justa o endividamento que o país vive desde 2016”.

Acompanhe a entrevista:

Fátima Mimbire: PGR deve explicar melhor a retirada de recursos no processo de extradição Chang
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