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Aperta-se o cerco à Quantum Global


Jean-Claude Bastos de Morais empresário suíço-angolano

Autoridades suíças fazem buscas a companhia ligada ao Fundo Soberano de Angola

As autoridades suíças levaram a cabo várias buscas em diversos locais do país como parte das investigações a suspeitos desvios e lavagem de dinheiro do Fundo Soberano de Angola.

Policia suíça passa buscas a escritorios da Quantum Global - 1:28
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Numa declaração, a Procuradoria Geral da Suíça disse que “como parte de procedimentos criminais a serem levados a cabo contra pessoas desconhecidas sob suspeita de lavagem de dinheiro os escritórios da procuradoria, com apoio da polícia federal, fizeram buscas em diversas localidades da Suíça”.

A Procuradoria acrescentou que as buscas foram coordenadas “com outra autoridade”, mas não revelou os locais das buscas nem a quem eles pertencem.

Contudo, o jornal suíço Tages-Anzeiger disse que as autoridades fiscais tinham feito buscas à sede da Quantum Global em Zurique e à sede da companhia Turtle Management.

Ambas as companhias são propriedade de Jean-Claude Bastos de Morais, sócio de José Filomeno dos Santos.

A Quantum Global era a companhia que administrava os investimentos do Fundo Soberano de Angola quando este era administrado por José Filomeno dos Santos.

Por outr lado, as autoridades das Ilhas Maurícias e um banco inglês ordenaram o congelamento de várias contas da Quantum Global.

No próximo dia 24 de Julho estão previstas duas audiências nas Maurícias sobre esta questão.

O primeiro caso envolve a recusa da Comissão de Serviços Financeiros de restituir a autorização para as operações da Quantum Global nas Maurícias.

O segundo caso aborda o congelamento das suas contas a pedido das Unidade de Investigação Financeira que disse ter havido transferências suspeitas de cerca de 30 milhões de dólares poucos dias antes do congelamento das mesmas.

A Quantum Global nega qualquer ilegalidade nas suas operações com dinheiro do Fundo Soberano de Angola e afirma que todas as contas foram auditadas.

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