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Angola e Moçambique doam mais fundos ao PAM do que a China


Pessoas à espera de ajuda do PAM

Os governos de Moçambique e Angola doaram até agora este ano mais fundos para o Programa Alimentar Mundial (PAM) do que a China, a segunda maior economia do mundo, revelam dados da própria organização.

Com efeito, o PAM, que galardoado hoje com o Prémio Nobel da Paz, indicou que até ao passado dia 3 de outubro, tinha recebido contribuições no valor 6 mil e 356 milhões de dólares de vários Estados, sendo o principal contribuinte os Estados Unidos com 2 mil e 733 milhões de dólares.

Nos lugares seguintes, estão Alemanha, com 964 milhões, e a Comissão Europeia, com quase 423 milhões.

A China, a segunda maior economia do mundo, aparece na 39a posição, com quatro milhões de dólares, abaixo de Moçambique (32a.), com quase 12 milhões de dólares, e Angola (37a.), com 4,5 milhões de dólares.

No ano passado, a China doou 30,5 milhões de dólares ao PAM, de um total de contribuições a nível mundial de pouco mais de 8 mil milhões de dólares.

Os Estados Unidos foram o principal doador com 3 mil e 336 milhões de dólares, seguidos da Alemanha e Reino Unido.

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