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Trabalhadores da EPAL mantêm greve mesmo depois da exoneração do CA


Trabalhadores da empresa de águas estão há dois meses parados

Os trabalhadores da Empresa de Água de Luanda (EPAL) mantêm a greve por tempo indeterminado apesar do Presidente da República ter nomeado um novo Conselho de Administração em substituição do anterior.

Tabalhadores da empresa de aguas de Luanda mantêm greve - 2:17
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O secretário sindical, António Domingos Francisco, disse à VOA que a paralisação vai continuar, enquanto se aguarda pela tomada de posse dos novos gestores com os quais pretende negociar o caderno reivindicativo dos trabalhadores.

António Domingos admitiu, entretanto, que o sindicato poderá intentar uma acção judicial contra os antigos responsáveis por alegados “contratos danos os para a empresa” feitos com entidades privadas na distribuição e venda da água ao público de Luanda.

Sobre este assunto, o actual ministro de tutela, João Baptista Borges negou as acusações dos sindicalistas que lhe atribuem a titularidade de um dos postos privados de venda de água em Luanda.

Baptista Borges disse tratar-se de uma tentativa de se usar a sua proximidade familiar com um dos detentores desta licença para fundamentar a acusação, o que para o governante, “não faz qualquer sentido”.

No meio da greve, que dura há dois meses, o Presidente João Lourenço exonerou, no passado dia 20, o Conselho de Administração da EPAL, dias depois de ter afastado do cargo o secretário de Estado das Águas, José Filipe da Silva, tutela da empresa.

Os trabalhadores exigem um aumento salarial de 200 por cento, aumento do subsídio de alimentação e transporte, seguro de saúde para os trabalhadores e os membros do seu agregado familiar.

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