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Os candidatos do MDM são cidadãos apostados na libertação dos moçambicanos

  • Faizal Ibramugy

Apoiantes do MDM, durante a campanha eleitoral em Inhambane

Apoiantes do MDM, durante a campanha eleitoral em Inhambane

Não basta apenas ter vontade de fazer mudanças, é necessário que o cidadão participe do recenseamento" referiu Luís Boavida

Uma centena e meia pré-candidatos entre membros do partido e das organizações da sociedade civil, concorrem para um total de 43 lugares disponíveis no Movimento Democrático de Moçambique para disputar naquelas cidades e vilas a presidência nas eleições de 20 de Novembro.

A lista não foi revelada, mas o secretário-geral do MDM garantiu à VOA que dentro dos próximos dias será conhecida a lista definitiva.


Outros 33 pré-candidatos vindos das 10 novas cidades e vilas municipais propostas pelo governo semana passada, irão se juntar aos 150 já existentes na corrida para as 53 vilas e cidades que o país passa a dispor, se o parlamento aprovar nos próximos dias.

Segundo Luís Boavida os pré-candidatos do MDM são cidadãos apostados na libertação dos moçambicanos que vivem nas autárquicas, “tal como libertamos os cidadãos nas cidades da Beira e Quelimane”.

Neste momento, segundo soube a VOA, diversas actividades com destaque para a mobilização de cidadãos em idade eleitoral de formas a aderir em massa ao recenseamento eleitoral que arranca esta semana, está em curso.

“As nossas brigadas estão a explicar que não basta apenas ter vontade de fazer mudanças, mas é necessário que o cidadão participe do recenseamento, pois, os cartões passados já não serão útil”, disse Luís Boavida para quem, o processo está a encontrar maior inserção nas 43 autarquias.
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