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Moçambique reage a lista negra europeia

  • William Mapote

Maputo acusa a autoridade europeia de aviação de falta de coerência.

O governo moçambicano reagiu hoje ao último relatório da União Europeia, que pelo terceiro ano consecutivo mantém as companhias aéreas moçambicanas na lista negra que as proíbe de voar no espaço europeu.
A autoridade europeia, considera que Moçambique não reúne padrões de segurança recomendáveis ao nível da aviação penalizando por isso as suas companhias com a inserção na lista negra.

Através do ministro dos transportes e comunicações, Paulo Zucula, o governo acusa a autoridade europeia de aviação de falta de coerência.

Desde que o país entrou na lista dos banidos pela europa, o governo tem empreendido várias reformas institucionais no sentido de corrigir os problemas apontados, nomeadamente, factores de eficiência e qualidade de serviços ao nível das operações técnico operacionais.

No último semestre do ano passado recebeu uma equipa de inspecção da ICAO, a autoridade mundial que regula a aviação, que realçou os avanços alcançados desde o primeiro ano de banimento, mas que para a autoridade europeia, ainda não são suficientes.

A intervenção da União Europeia interrompeu os planos da LAM, a operadora de bandeira nacional, de iniciar voos para a Europa, com destaque para a capital portuguesa, Lisboa.

O governo promete continuar com as reformas, mas ao fim e ao cabo, apenas a autoridade de aviação de Bruxelas terá a última palavra sobre o alcance da qualidade que pretende ver.

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