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Membros da Comissão Política entendiam que Samakuva não devia concorrer a mais um mandato


Isaías Samakuva

Isaías Samakuva

Delegados da UNITA discutem o número de mandatos da presidência

Os delegados ao XI congresso da UNITA estão a discutir, em plenária, o número de mandatos que o presidente deve cumprir à frente dos destinos do partido.

Este assunto faz parte das várias teses submetidas ao conclave depois de ter estado no centro dos recentes desentendimentos entre a direcção e alguns membros da Comissão Política que entendiam que, Isaías Samakuva, já não devia concorrer para mais um mandato à frente da UNITA.

O porta-voz do congresso, Ruben Sicato, disse à imprensa que os delegados ao congresso deverão tomar uma decisão durante o plenário que começou esta tarde.

Ainda no quadro da revisão dos estatutos da UNITA, o porta-voz do congresso precisou que os delegados estão também reflectir sobre o tempo de duração de cada mandato e sobre se a figura do cabeça de lista, em cada eleição legislativa, deve ser necessariamente o presidente do partido.

Ruben Sicato declarou que o congresso da UNITA deverá também decidir sobre a criação de um comissão de ética para evitar situações semelhantes às que surgiram com o chamado grupo de reflexão.

O congresso termina amanhã com a eleição novo presidente, a ser escolhido entre Isaías Samkuva e José Pedro Katchiungo. Fontes próximas ao evento admitem que o escrutínio poderá conhecer muitos votos nulos por haver muitos delegados que não se revêm nas duas candidaturas.

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