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Angola e China aproximam-se, mas desconhecem-se os contornos dessa parceria

  • Alvaro Ludgero Andrade

Carlos Rosado de Carvalho

Carlos Rosado de Carvalho

Análise de Carlos Rosado de Carvalho, na Agenda Africana da VOA.

Angola e China reforçam a sua parceria em vários sectores, mas o seu conteúdo continua envolto em mistério.

A visita que o Presidente angolano realiza desde ontem, 9, a Pequim tem sido alvo de muitas análises e controvérsias, principalmente devido ao secretismo que envolvem os acordos que estão a ser assinados.

O anúncio repentino e sem detalhes da visita de José Eduardo dos Santos, que geralmente prepara com muita antecedência e em detalhes os seus movimentos, a um país que, também, mede todos os seus passos dentro da disciplina oriental, apanhou de surpresa tanto a oposição como analistas.

A oposição angolana, nomeadamente o líder da Unita Isaías Samakuva, criticou esta semana a dependência, cada vez maior, de Angola em relação à China.

Analistas são quase unânimes em afirmar que Angola quer encontrar na parceria com a China uma saída para a crise financeira enfrenta devido à queda do preço do petróleo e à falta de empréstimos internacionais.

Pequim pisca o olho ao mercado livre da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral(SADC) ao qual Angola irá aderir em 2017.

O economista e director do jornal angolano Expansão Carlos Rosado de Carvalho analisou na rubrica Agenda Africana da VOA de hoje, quarta-feira, 10, as relações entre Luanda e Pequim, a visita de José Eduardo dos Santos e o seu impacto no futuro, apesar do mistério que envolve esse relacionamento.

Acompanha esta edição de Agenda Africana:

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