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Xangai vai levantar restrições às empresas, Pequim relaxa regras da COVID


Arquivo - Residentes de Pequim numa fila para testagem da COVID-19. 12 DE MAIO, 2022.

Xangai disse no domingo que as restrições "irracionais" às empresas serão removidas a partir de 1 de Junho, uma vez que tenciona levantar o confinamento devido à COVID-19, enquanto Pequim reabriu partes dos seus transportes públicos, bem como alguns centros comerciais e outros locais à medida que as infecções se estabilizam.

O centro comercial chinês de 25 milhões de pessoas pretende essencialmente acabar a partir de quarta-feira com um encerramento de dois meses que prejudicou gravemente a economia e viu muitos residentes perderem rendimentos, lutarem para obter alimentos e para lidar com o isolamento.

As dolorosas restrições do coronavírus nas principais cidades chinesas contrariam as tendências observadas no resto do mundo, que tem tentado em grande parte regressar à vida normal mesmo com a propagação das infecções.

Xangai, a cidade mais populosa da China, acabará com muitas restrições para que as empresas retomem o trabalho a partir de 1 de Junho. A cidade também lançou medidas para apoiar a sua economia, incluindo a redução de alguns impostos sobre a compra de automóveis, a aceleração da emissão de títulos do governo local, e a aceleração das aprovações de projectos imobiliários.

Xangai vai pedir aos bancos que renovem empréstimos a pequenas e médias empresas no valor total de 15 mil milhões de dólares este ano.

"Apoiaremos e organizaremos plenamente a retoma do trabalho e da produção de empresas em várias indústrias e campos", disse o vice-presidente de Câmara Wu Qing aos repórteres, acrescentando que as restrições "não razoáveis" da COVID às empresas seriam levantadas.

Wu não forneceu pormenores sobre quais as restrições que seriam canceladas.

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Xangai em Abril começou a publicar "listas brancas" de fabricantes importantes da indústria automóvel, ciências da vida, produtos químicos e semicondutores autorizados a retomar as operações.
Mas muitas das empresas prioritárias tinham fornecedores que não tinham conseguido reabrir e, por isso, continuavam a enfrentar estrangulamentos logísticos.

Muitos executivos da indústria também se queixaram das onerosas limitações da COVID, pois precisavam de encontrar alojamento para o pessoal que tentavam isolar e implementar uma desinfecção rigorosa. A maioria das empresas da cidade ainda estão fechadas.

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