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UNITA e PRS denunciam ameaças de morte contra seus dirigentes no Huambo

  • Norberto Sateco

Liberty Chiyaka

Liberty Chiyaka (UNITA) e António Solie (PRS) foram os alvos segundo as denúncias

O vice-secretário provincial da UNITA no Huambo, Celino Kanganjo, disse à VOA que o seu partido tem vindo a receber mensagens de ameaça de morte de indivíduos desconhecidos.

Kanganjo afirma ter em posse informações, que dão conta do envio de indivíduos armados a Huambo alegadamente com objectivo de “abater”, o secretário do partido Liberty Chiyaka.

“Há quase duas semanas dois grupos foram preparados, um para atingir o deputado Nafoia e outro para o secretário Liberty”, denunciou Kangajo revelando que, há três dias, “surgiram dois indivíduos (estranhos) trajados com uniforme da polícia, à meia-noite, na sede a pedir informações detalhadas de Liberty”.

A situação que já persiste desde há algum tempo tem se agudizado, após a contestação dos resultados eleitorais definitivos.

“O dinamismo que a UNITA tem levado acabo ameaça a ala conservadora do MPLA para o futuro”, sustentou Celino Kanganjo, para que, “tais práticas visam somente silenciar” as forças politicas opositoras.

PRS também

Há dias, o secretário do Partido da Renovação Social (PRS), António Solie, reiterou a denúncia de factos semelhantes.

“Ligaram para nós ameaçar mesmo de morte e fomos notificados esta semana pela segunda vez pela SIC. Não estamos a entender como esse jogo é possível. Não estamos a entender’, disse Solié.

Aquele responsável classifica tais actos como sendo de intimidações resultantes da contestação dos resultados eleitorais.

O secretário provincial do PRS presume que os autores sejam supostos indivíduos ligados à segurança do Estado que “infiltraram-se no seio daquele formação política, na condição de delegados de listas utilizando documentação falsa”.

A VOA contactou o responsável do Serviço de Investigação Criminal no Huambo, mas sem sucesso.

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