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UNITA denuncia "aliciamento" de dirigentes pelo MPLA

  • Redacção VOA

Nhany Marcolino, secretário-geral da UNITA

Secretário-geral acusa MPLA de usar fundos públicos para a corromper membros.

A UNITA, o principal partido da oposição em Angola, continua a denunciar supostas tentativas de fragilização das suas hostes ao acusar destacados dirigentes de Governo de usarem o dinheiro público para aliciar os seus militantes a filiarem-se noMPLA.

O secretário geral do Galo Negro, Nhany Marcolino, acusou a governadora do Lunda-Sul, Cândida Narciso eumdos administradores do Kwanza Norte, identificadopor Victor Abedenegro Keita, como tendo aliciado dois dirigentes do partido com elevadas somas de dinheiro e bens materiais para abandonarem a UNITA, a que acusou de tribalista.

Aquele dirigente disse ainda que o MPLA institucionalizou a corrupção para empobrecer os angolanos, tirar proveito político da sua desgraça e depois utilizar a mesma corrupção para exibir a pobreza material e espiritual de alguns cidadãos.

Nhany Marcolino adiantou que os relatos na imprensa pública sobre deserções de membros da UNITA visam transmitir“a ideia de um crescimento aparentemente fenomenal do partido que sustenta o Governo”, resultante do ingresso voluntário e não compulsivo de membros da UNITA no MPLA com o objectivo de diminuir a principal força política da oposição.

Para o secretário geral, o “o país está diante de um grupo de corruptores que decidiu utilizar o poder público e os fundos públicos para a prática de crimes” puníveis por lei.

O analista Makuta Nkondo também disse, por sua vez, que o partido no poder provocaa pobreza para depoisservir-se dela para corromper membros de outros partidos coma a finalidade fragilizá-los usando o dinheiro público.

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