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Trump poderá liberar documentos classificados sobre o assassinato de John F. Kennedy

  • Redacção VOA

Presidente John F. Kennedy e esposa, Jackie Kennedy, em Maio de 1961.

John Kennedy foi assassinado a 22 de Novembro de 1963, aos 46 anos. É um dos presidentes americanos mais admirados.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, hoje, 21, que autorizará o lançamento de documentos classificados que podem fornecer mais informações sobre o assassinato do presidente John F. Kennedy (JFK), em 1963.

"Sujeito a receber informações adicionais, permitirei, como presidente, a abertura de ficheiros classificados de JFK", escreveu Trump no Twitter.

O último lote de documentos classificados deveria ser divulgado até 26 de outubro se o presidente não tivesse uma intervenção antes, seguindo legislação específica.

Por lei, todos os documentos relacionados com o assassinato de Kennedy deviam ser liberados num prazo de 25 anos, salvo se o presidente determinasse que isso prejudicaria as relações externas, operações militares, inteligência ou a aplicação da lei.

Existem mais de três mil documentos que nunca foram vistos pelo público e cerca de 30 mil outros que foram publicados com anotações.

Presidente John F. Kennedy escoltado segundos anos do assassinato.
Presidente John F. Kennedy escoltado segundos anos do assassinato.

Muitos estudiosos de Kennedy acreditam que os documentos inéditos podem fornecer detalhes sobre a viagem de Lee Harvey Oswald para a Cidade do México, semanas antes de assassinar Kennedy, incluindo visitas às embaixadas da União Soviética e Cuba.

Oswald disse aos investigadores que visitou as embaixadas para obter vistos para entrar nos dois países, de acordo com a Comissão Warren, um orgão de investigação.

No início desta semana, Roger Stone, consultor político republicano e confidente de Trump, disse a Alex Jones, apresentador de rádio e teórico da conspiração, que persuadiu a Trump para divulgar todos os restantes ficheiros.

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