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Sindicato do Ensino Superior volta a erguer a bandeira da greve em Angola


Governo tem até 12 de Maio para responder às preocupações dos docentes

O Sindicato dos Professores do Ensino Superior de Angola (Sinpes) alerta que o sector está doente e avisa o Governo que se não atender às suas preocupações até o dia 12 de Maio, enviadas em carta ao Presidente da República, a greve será inevitável.

Entre as exigências estão o pagamento da dívida pública, a eleição dos gestores da Universidade publica, a melhoria das Infraestruturas e a formação continua dos docentes.

Ainda está de pé um ultimato de 90 dias dado Sinpes, cujo secretário-geral, Eduardo Peres Alberto, diz que “se o Ministério do Ensino Superior não apresentar soluções fundamentais somos livres em declarar greve".

"Apresentamos ao Chefe de Estado, a carta magna onde constam as nossas preocupações ou a situação actual do Ensino Superior em Angola e o Presidente da República já reagiu e remeteu para despacho da ministra do Ensino Superior", lembra Peres Alberto.

Para o docente da Universidade Agostinho Carlinhos Zassala o diagnóstico é preocupante.

“Como é o Ensino Superior continua a funcionar sem que haja harmonização do plano curricular? Como é que o Ensino Superior continua com medidas antagónicas que vêm do próprio Ministério como por exemplo querer mandar para reforma compulsiva todos os docentes com mais de 60 anos de idade?”, pergunta Zassala.

O Governo ainda não marcou qualquer encontro com o sindicato do sector.

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