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Sindicato alega nepotismo na universidade pública de Angola


O Sindicato Nacional dos Professores do Ensino Superior (SINPES) denunciou a existência de casos de nepotismo e corrupção em algumas unidades da Universidade Pública.

Docentes alegam corrupção na unviersidade pública de Angola2:46
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Os sindicalistas ameaçam levar o caso ao Presidente da República caso o Ministério de tutela não se pronunciar sobre o assunto.

O SINPES da primeira região académica convocou de emergência o seu conselho, para apresentar publicamente uma denúncia dos casos de nepotismo e corrupção como a promoção de professores ao arrepio da lei favorecendo individualidades ligadas aos dirigentes das faculdades.

Manuel Domingos porta voz do SINPES diz que com excepção das faculdades de Ciências e a de Engenharia, as demais incorreram em actos que violam a lei.

"Foram verificados actos eivados de nepotismo na promoção de professores fora dos padrões da universidade", disse apontando alguns exemplos envolvendo altos dirigentes do executivo.

"Na faculdade de medicina a ministra do ensino superior foi favorecida ao ser promovida a professora titular, a ministra da saúde também foi promovida a professora assistente em detrimento de um professor que já tinha prestado prova publica", alegou o sindicalista

Dai o sindicato exigir o regresso de eleicoes dos gestores das faculdades como decanos e reitores que hoje são nomeados contra o decreto 90/09 de 15 de Dezembro. O professor Domingos diz se não forem atendidos pelo ministério vão até ao presidente da republica.

"Caso o ministério do Ensino Superior ignorar o nosso pedido vamos subir ao presidente João Lourenço que tem sido muito claro nos seus discursos de combate à corrupção e nepotismo”, disse.

Na Escola Superior Pedagógica do Bengo o docente daquela instituição Asdel Kitunga disse haver “um descontentamento muito grande do corpo docente apesar de não se manifestarem por medo de represália”.

“Mamas há problemas sérios a serem resolvidos na nossa instituição", afirmou

Outro professor de outra unidade que se queixa de falta de transparência 'e Pedro Frank.

"Há situações de pouca transparência na nossa unidade, na promoção de professores, na abertura de vagas”, afirmou

“Os nossos dirigentes académicos resistem em acatar os apelos do chefe do executivo", acrescentou.
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