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São Tomenses estão votar para escolher novo presidente.


Mais de 123 mil eleitores São-tomenses residentes no país e no estrangeiro elegem este domingo o quinto Presidente da República, depois da instauração do regime democrático em 1990.

Trata-se a segunda volta de uma eleição que tinha 19 candidatos na primeira ronda.

O acto eleitoral está a decorrer sem qualquer incidente, sob a vigilância de forças de segurança e observadores internacionais.

É a eleição presidencial mais conturbada da história da democracia São-tomense.

A primeira volta realizada a 18 de julho ficou marcada por um impasse no tribunal constitucional que resultou no adiamento da segunda volta para quase um mês depois da data inicialmente prevista.

Neste domingo os São-tomenses decidem entre Carlos Vila Nova e Guilherme Posser da Costa quem será o novo Presidente da República para os próximos cinco anos.

Vila Nova é apoiado pela ADI, o maior partido da oposição, liderado pelo antigo Primeiro-ministro Patrice Trovada, ausente do país há quase 3 anos por rivalidades políticas com o atual poder.

O outro candidato, Guilherme Posser da Costa do MLSTP-PSD tem também o apoio dos restantes partidos políticos da actual coligação governamental.

Na primeira volta das eleições Posser da Costa obteve 20 por cento dos votos, menos de metade alcançado pelo seu adversário, Carlos Vila Nova.

Face aos incidentes registados na primeira volta das presidenciais São-tomenses o Secretario geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou nesta segunda volta a todos os actores políticos do país para evitarem situações possam conduzir à violência, e elegerem a via do diálogo para dirimir eventuais conflitos.

Guterres sublinhou que está a acompanhar com muita atenção esta segunda volta das presidenciais São-tomenses.

Várias missões de observadores da Comunidades dos Estados de África Central, CEAC, estão a monitorar o ato eleitoral para a escolha do novo Presidente da República de São Tomé e Príncipe.

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