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RSF diz que liberdade de imprensa nos EUA caiu devido a "ataques" do Presidente Trump


Donald Trump,

A Repórteres Sem Fronteiras (RSF) publicou nesta quarta-feira, 25 de Abril, o seu relatório anual sobre a liberdade de imprensa, no qual cita "ataques" do Presidente Trump como um dos factores para a descida dos Estados Unidos no ranking mundial.

Os EUA caíram duas posições e estão agora em 45º lugar, num ranking que avaliou 180 países, liderado pela Noruega.

O relatório escreve que a liberdade de imprensa nos EUA, "garantida na primeira emenda à Constituição de 1787, tem sofrido cada vez mais ataques nos últimos anos, mas o primeiro ano do mandato do Presidente Donald J. Trump incentivou um declínio ainda maior no direito dos jornalistas de noticiar".

Tweet de 1 de Abril, 2017, em que o Presidente Donald Trump fala sobre os media noticiosos e sobre o que ele considera "fake news." (notícias falsas)
Tweet de 1 de Abril, 2017, em que o Presidente Donald Trump fala sobre os media noticiosos e sobre o que ele considera "fake news." (notícias falsas)

A RSF menciona que o Presidente Trump declarou que a imprensa é "inimiga do povo americano" numa série de "ataques" verbais contra jornalistas, tentou bloquear o acesso à Casa Branca de diferentes meios de comunicação, e usa rotineiramente o termo "fake news" com relação à reportagens críticas.


O Brasil - Um dos mais perigosos na América Latina

"Ameaças, agressões durante manifestações, assassinatos... O Brasil ainda é um dos países mais violentos da América Latina para a prática do jornalismo", escreve o relatório, que coloca o Brasil na posição 102.

O Brasil subiu uma posição em relação ao ano passado.

Angola, único país africano de língua portuguesa a subir no Índice de Liberdade de Imprensa

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