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Produtores de caju na Guiné-Bissau sem restrições

  • Redacção VOA

Campanha do caju em curso

Ministro das Finanças afirma que o importante é pagar as obrigações fiscais

O ministro das Finanças da Guiné-Bissau afirmou não haver qualquer impedimento legal a que os operadores participem na campanha de caju em curso no país.

Em declarações nesta quinta-feira, 11, à saída de um encontro entre um representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Presidente da República, João Fadiá afirmou que os operadores têm apenas de cumprir as obrigações fiscais.

“Com as obrigações fiscais cumpridas, qualquer operador é livre de comprar e exportar castanha de caju", garantiu o governante.

A campanha de caju deste ano tem estado envolta em polémica, depois de, em Abril, o Governo, sob proposta do ministro do Comércio, Victor Mandiga, ter aprovado uma lei que impede estrangeiros de comprarem a castanha de caju directamente ao produtor.

A lei não foi promulgada pelo Presidente guineense, por considerar que ninguém pode ser impedido de participar na campanha.

Em relação ao preço, o ministro das Finanças esclareceu que o Governo apenas fixou o valor mínimo que é de 500 francos por cada quilo, cerca de um dólar, um valor que José Mário Vaz considerou de muito baixo.

O ministro das Finanças realçou que “o preço máximo depende do mercado”.

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