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Primeiro-ministro da Índia volta a defender a lei de cidadania que discrimina muçulmanos


Narendra Modi

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, defendeu, neste domingo, a nova lei de cidadania que os críticos dizem que écontra os muçulmanos.

Modi falava num comício do seu partido Bharatiya Janata Parti, em Nova Delhi, a capital do país, numa altura em que os protestos contra a lei continuam.

Modi disse que há pessoas que tentam espalhar mentiras e medo. Acusou o Partido do Congresso, na oposição, tenta“empurrar não apenas Nova Délhi, mas outras partes do país para uma psicose do medo”.

Mais de 20 pessoas em todo o país morreram em confrontos com a polícia desde que o parlamento aprovou a lei considerada discriminatória no início deste mês.

A nova lei permite que os hindus, cristãos e outras minorias religiosas ilegalmente na Índia se tornem cidadãos, se puderem provar que foram perseguidos por causa de sua religião no Bangladesh, Paquistão e Afeganistão, países de maioria muçulmana.

A nova lei, no entanto, não se aplica aos muçulmanos.

Os críticos da nova lei dizem que ela viola a constituição secular e procura marginalizar os 200 milhões de muçulmanos da Índia.

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