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Presidente da Comissão dos Direitos Humanos fala em crime organizado

  • Francisco Júnior

Eduardo Duma, presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos

Eduardo Duma diz que a morte de Mahamudo Amurane é uma afronta ao Estado de Direito

O presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos de Moçambique diz que o assassinato do edil de Nampula é obra do crime organizado e exige responsabilidades.

Para Custódio Duma, o homicídio do presidente do Conselho Municipal da terceira maior cidade moçambicana é um afronta ao Estado e diz que os autores devem ser encontrados e punidos exemplarmente.

Duma acrescenta que a morte de Mahamudo Amurane representa uma afronta ao Estado de Direito e abala todo o contexto de direitos humanos em Moçambique.

Na tópica daquele responsável, o crime tem de ser esclarecido com urgência porque “só assim se podetranquilizar a sociedade e evitar mais violência”.

No entender do presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos, há que insistir em dialogar e deixar que o Presidente, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dlhakama, encontrem os caminhos para a paz definitiva.

“E isso deve acontecer antes das eleições autárquicas e gerais, marcadas para os próximos anos, pois quando chegar essa altura, o ambiente político no país poderá ser mais complicado”, concluiu Custódio Duma.

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