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Praga que dizimou milho em São Tomé e Príncipe em fase de extinção

  • Óscar Medeiros

Praga, São Tomé e Príncipe

Agricultores esperam apoio do Governo para compensar perdas de dois anos

São Tomé e Príncipe enfrenta há dois anos uma praga que destruiu as plantações de milho, mas agora ela está em fase de eliminação.

A garantia foi dada pelo Governo e os agricultores aguardam com expectativa melhores resultados na nova sementeira iniciada agora com a época da chuva.

Um relatório do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), elaborado com o apoio do Centro de Investigação, Agronómica e Tecnológica de São Tomé, (CIAT), indica que a praga que comprometeu a produção do milho nos últimos 24 meses está na fase de eliminação.

Severino Espirito Santo, diretor do CIAT, afirma que a praga afectou o rendimento familiar de centenas de agricultores, indicando que em São Tomé e Príncipe cerca de 750 pequenos agricultores partilham uma superfície de 400 hectares com cultura do milho.

Agricultor, São Tomé e Príncipe
Agricultor, São Tomé e Príncipe

Entrevistados pela VOA, agricultores confirmam a diminuição da praga, mas mostram-se preocupados com outro insecto que chamam de “crocótó” e que, segundo eles, continua a destruir as plantações iniciadas agora com a chuva.

Eles afirmam que sofreram nos últimos dois anos uma redução enorme e drástica na produção do milho, que chegou a ser atingido em 100 por cento na maioria das zonas produtoras.

Nesta fase de recuperação solicitam o máximo apoio do Governo.

A FAO recomenda que a gestão deste combate se insira na sua estratégia global e promete um acompanhamento técnico e sistemático das ações a serem levadas à cabo.

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