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Polícia espanhola desmantela célula jihadista e procura um suspeito


Polícia espanhola patrulha a praia La Barceloneta em Barcelona, Espanha, Agosto 19, 2017

A polícia espanhola procurava neste sábado um dos últimos integrantes ainda foragido da célula jihadista que cometeu os atentados de Barcelona e Cambrils, ambos reivindicados pelo grupo Estado Islâmico (EI), e que de acordo com o governo foi desmantelada

Depois do atentado de Barcelona, que deixou 13 mortos e mais de 120 feridos, a organização extremista reivindicou neste sábado, 19 de Agosto, o ataque de Cambrils, que matou uma pessoa e deixou seis feridas.

O governo decidiu manter, no entanto, o nível de alerta anti-terrorista em 4 numa escala até 5, por considerar que "não há elementos que apontem para a execução de um atentado de maneira iminente", afirmou o ministro do Interior, Juan Ignacio Zoido.

O nível 5 implicaria a presença de militares nas ruas.

Fotos disponibilizadas pela polícia catalã "Mossos D'Esquadra" mostra quatro suspeitos dos ataques em Barcelona e Cambrils (de cima para baixo, da esq. para dir.) Moussa Oukabir, Said Aalla, Mohamed Hychami e Younes Abouyaaqoub.
Fotos disponibilizadas pela polícia catalã "Mossos D'Esquadra" mostra quatro suspeitos dos ataques em Barcelona e Cambrils (de cima para baixo, da esq. para dir.) Moussa Oukabir, Said Aalla, Mohamed Hychami e Younes Abouyaaqoub.

O ministro anunciou que a célula jihadista de 12 pessoas que cometeu os dois atentados foi "desmantelada".

A polícia, no entanto, ainda procura o marroquino Younès Abouyaaqoub, de 22 anos, e divulgou uma fotografia do suspeito.

De acordo com a imprensa, ele seria o motorista da carrinha que atropelou mais de 100 pessoas na quinta-feira à tarde na Rambla de Barcelona, atentado que deixou 13 vítimas fatais.

AFP

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