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PGR vai investigar a denúncia de burla no tesouro angolano


Secretária de Estado das Finanças diz que 25 por cento da dívida pública decorrem de fraudes

O Procurador-geral da República (PGR), Hélder Pitta Gróz, reafirmou nesta quarta-feira, 28, o compromisso de liderar o combate à corrupção e repressão ao branqueamento de capitais.

Ao intervir a margem da abertura do XXIV Conselho Consultivo alargado da instituição, Pitta Gróz disse que, além dos processos já em curso, a PGR vai investigar a denúncia da secretaria do Estado das Finanças, segundo a qual 25 por cento da dívida pública decorrem de fraudes.

Um quarto da divida publica angolana pode ser fraudulenta - 1:30
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De 2014 a 2016, 25 por cento correspondem a serviços não prestados ou fraude e são relativos a 1.700 reclamações de serviços supostamente prestados, denunciou na terça-feira 27, Vera Daves, secretária de Estado das Finanças.

Em resposta, o PGR disse nesta quarta-feira, 28, ser “o nosso dever investigar e vamos investigar”.

Erro da PGR

Por outro lado, Pitta Gróz, lamentou o facto de a sua instituição ter dado a conhecer ao actual chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general de Exército Geraldo Sachipengo Nunda, que é arguido num processo-crime relacionado a uma suposta burla de 50 mil milhões de dólares, por uma rede de empresários tailandeses, através da imprensa.

“Reconhecemos o nosso erro, estamos a aprender, o importante agora é levantar e continuar a marcha”, concluiu.

Recorde-se que a PGR tem divulgado nos últimos dias diversos processos em que estão envolvidos altas figuras da governação de José Eduardo dos Santos.

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