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"Partido ou coligação, vamos promover a mudança em Angola", Abel Chivukuvuku

  • Alvaro Ludgero Andrade

Abel Chivukuvuku, líder da CASA-CE, Angola

Presidente da CASA-CE proejcto eleições e desvaloriza opinião divergentes na coligação.

A CASA-CE vai a eleições em Angola como partido ou coligação, apesar da “decisão política” do Tribunal Constitucional de não ter aceite, para já, o pedido de transformação da coligação em partido.

A garantia foi dada pelo presidente daquela formação política, Abel Chivukuvuku, numa emissão especial de Facebook Live, aqui na VOA nesta quarta-feira, 25.

“O plenário do Tribunal aprovou a transformação em partido e redigiu um acórdão que depois foi alterado, em virtude de algumas cartas recebidas, às quais, nós, a parte requerente, não tivemos acesso”, explicou Chivukuvuku, dizendo acreditar que “haverá uma saída para o caso”.

De qualquer forma, garantiu, “como partido ou coligação vamos às eleições e haverá uma grande mudança em Angola”, acrescentou o líder da CASA-CE, lembrando que foi salvaguardada essa possibilidade.

Posse de Trump

Ante críticas de que não terá sido convidado para estar na posse do Presidente americano, Abel Chivukuvuku ripostou dizendo “ter sido convidado por duas organizações ligadas ao Partido Republicano” e que participou em eventos enquadrados na mudança de poder nos Estados Unidos.

Além disso, garantiu ter-se reunido com pessoas do Congresso e outras próximas da nova Administração.

Durante cerca de 30 minutos, Chivukuvuku respondeu a várias perguntas, muitas delas enviadas por ouvintes e internautas, sobre projectos da coligação em matéria de educação, saúde, juventude e luta contra a corrupção.

Imprensa

O líder da terceira força política angolano criticou o controlo governamental dos órgãos públicos da comunicação e disse não ter qualquer interferência na Rádio Despertar, de que é um dos três accionistas.

“Não tenho nada a ver com a linha editorial da rádio e mau seria se assim fosse, caso contrário estaria a fazer pior que o Governo”, sublinhou Chivukuvuku.

Questionado sobre eventuais conflitos na cúpula da coligação e do conflito entre líderes na Huíla, respondeu que “por isso somos uma convergência democrática, em que todos têm espaço e todos opinam e participam”.

Abel Chivukuvuku disse ainda desconhecer qualquer pedido de saída do “amigo” William Tonet, um dos vice-presidentes da CASA-CE.

Veja aqui a entrevista

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