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Organizações alertam para situação de pessoas com deficiência na Guiné-Bissau

  • Lassana Casamá

Mercado de Bandim

Professores e deficientes alertam para educação inclusiva

O Estádio Nacional 24 Setembro, Mercado Bandim, o principal da capital guineense, e as escolas de Bissau acolhem, a partir de hoje, e durante quatro dias alternados, actividades sobre o direito à educação das crianças com deficiência.

A iniciativa da Handicap Internacional e da Federação das Associações para a Defesa e Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, é inédita e orientada para a promoção de uma educação inclusiva, visando, sobretudo, as crianças e o seu direito à educação.

Ana Muscuta Turé, primeira vice-presidente da Federação de Pessoas com Deficiência, é da opinião que o Estado guineense pouco faz a favor deste grupo de cidadãos.

“O Estado não está a envidar os esforços, no sentido de contribuir para a integração efectiva ou inclusiva das pessoas com deficiência em todos os serviços, sobretudo, no sistema do ensino”, disse Turé, enquanto Rodney Gomes, ministro da Educação Nacional, “existia uma tradição de que as crianças com deficientes não participam nas actividades e nós queremos inverter este quadro.

Não obstante serem protegidas pela Constituição da República, pessoas com deficiências exigem a observância da lei e uma maior consciencialização da sociedade sobre os seus direitos.

A VOA esteve no local e ouviu professores e pessoas com deficiência.

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