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ONU e União Africana apelam a solução para a crise na Guiné-Bissau

  • Redacção VOA

António Guterres preocupado com a situação

Comunicado conjunto critica impedimento da realização do congresso do PAIGC

A Organização das Nações Unidas (ONU) e a União Africana (UA) condenaram o bloqueio e tomada da sede do PAIGC e a proibição de realização do seu nono congresso, inicialmente previsto para começar na passada terça-feira, 30.

Em comunicado conjunto citado pela Rádio ONU, o secretário-geral da ONU, António Guterres, e o presidente da Comissão da UA, Moussa Faki Mahamat, manifestaram a sua preocupação com o que classificaram de uma "crise política prologanda".

Moussa Faki Mahamat
Moussa Faki Mahamat

A decisão das autoridades guineenses de impedir a realização do congresso do PAIGC, através do cerco e tomada da sede do partido vencedor das eleições de 2014, foi também condenada por Guterres e Mahamat, que alertaram para aqueles que querem "obstruir e evitar a resolução" do impasse político

A ONU e a UA reiteraram o pedido de respeito pelo Acordo de Conacri e sublinharam a decisão dos líderes da CEDEAO que, em Addis Abeba, reiteraram que aquele documento deve servir como solução para a crise política que o país vive desde Agosto de 2015.

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